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O PRINCÍPE NABO

- 2º Ciclo e Público Geral -


A hesitação entre dois universos, representados quer pela presença de dois grupos distintos de personagens, quer pela referência a dois espaços antagónicos - o dos «pobres» e o dos «ricos» - representa a linha temática orientadora desta obra. O texto, muito rico e com várias mensagens importantes sobre relações humanas, foi publicado em 1962 mas continua atual. Aborda a vaidade e a arrogância; são vários personagens que, a brincar, falam de coisas sérias.

"O Príncipe Nabo" conta a história de uma criada atarefada. De uma princesa vaidosa e arrogante que, depois de viver as dificuldades da vida dos pobres, se modificou. De um Rei prepotente, de uma Mademoiselle vaidosa, trocista e convencida que esquece os verdadeiros valores da educação e conduz a sua educanda, a princesa Beatriz, a um comportamento desastroso. Fala de bobos que, a brincar a brincar, vão alertando para os defeitos e qualidades de cada um. Fala de um Príncipe sensato que dá uma lição de vida a quem a merece.

Esta é uma peça interativa em que a autoaprendizagem surge ficcionalizada através dos três tipos de cómico (o de linguagem, o de situação e o de caráter). Aspetos como o recurso a expressões de tonalidade francesa, os nomes dos pretendentes da princesa pretendida e as sucessivas situações de pedido e recusa da sua mão, ou, ainda a presença do Bobo, cuja atuação encerra a peça, contribuem para a construção humorística que caracteriza esta encenação.


Esta obra é recomendada pelo Plano Nacional de Leitura para o 5.º ano de escolaridade.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA 

Esta peça conta-nos a história da princesa Beatriz, mimada e insolente, que humilha todos os príncipes pretendentes. Irrita de tal forma o pai, o Rei do Castelo da Abundância, que este jura entregá-la ao primeiro que passar, seja príncipe, músico ou pobre de pedir. E assim sucede logo em seguida: o músico António, que cantava de corte em corte, aparece no Castelo da Abundância e o monarca cumpre o prometido: entrega-lhe a mão da sua filha, fazendo orelhas moucas aos protestos e à revolta da princesa!


Inspirado no texto original de Ilse Losa Encenação: AtrapalhArte 

Interpretação: Cristóvão Carvalheiro, Eurico Santos, Cristina Lopes e Tiago Santos

Cartaz: Ricardo Adrêgo Duração: 60 minutos Classificação: M 3

REQUISITOS TÉCNICOS Espaço: 6,50 x 6,50 (3 metros de altura) | Som: disponibilizado pela companhia 

EQUIPA DE TRABALHO AtrapalhArte: 4 atores


No final do espetáculo, haverá uma sessão de esclarecimento que permite aos alunos colocarem questões e esclarecerem dúvidas acerca da obra ou da peça que viram. Também será possível aos professores tirar fotos às turmas com o cenário e elenco.



MORADA
Avenida Fernando Namora, 157 5º Dto | 3030-185 Coimbra


CONTACTOS
Produção - 912 097 195 | atrapalharte@atrapalharte.pt

Serviço Educativo - 915 696 862  | turmas@atrapalharte.pt

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